Oh Quirguistão

Oh Quirguistão! Quirguistão de paisagens soberbas, de montanhas majestosas e natureza sem fim. De lagos, do azul transparente ao verde água. Do verão ao inverno, do sol à chuva feita de trovoada.

Oh Quirguistão: trazes os Açores em ti – sentimos!

Mesmo antes de atravessarmos a fronteira, o alívio já era nosso. A não necessidade de visto e os sorrisos à entrada do país preencheram-nos a alma de alívio, e seguimos. Seguimos por entre o calor e o caminho árido, por entre o pó que íamos respirando e sentido no corpo, até encontrarmos a pequena sombra de uma árvore para nos acolher.

Respirámos. E sorrimos.

Estávamos pois com os pés assentes no primeiro país da Ásia central que vive em democracia. E curiosidade fervilhava em nós!

A primeira boleia foi de um Gigoli, um carro velhote, ainda dos tempos da antiga União Soviética, que nos deixou na primeira cidade no nosso caminho. Na verdade, estávamos sem destino certo; mas depois de termos encontrado quem partilhasse connosco um pouco de internet, percebemos que rumaríamos a Osh, a cidade seguinte. E lá teríamos um couchsurfer e uma família de braços abertos para nos receber.

Não hesitámos.

Os dias anteriores tinham sido feitos de desgaste físico e psicológico. Tinham já sido várias as noites seguidas sem poiso certo, em que só na hora de montar a tenda éramos hospedados por locais.

A experiência é gratificante, mas a realidade é que nessas condições visitamos as cidades com muito menos disponibilidade; e carregados com as mochilas, acabamos por direcionar o tempo para a procura de onde lavar as mãos e os pés, onde conseguir internet ou um lugar para descarregar as coisas.

Portanto, não hesitámos.

E chegámos a Osh com uma única boleia, por mais de 3 horas, com o diretor de um canal televisivo nacional, não sem que pelo caminho nos deixássemos apaixonar pelo horizonte.

Em Osh ficámos 3 noites, com a certeza de que fomos hospedados com a maior da hospitalidade. Para nós, cozinharam diariamente pratos típicos. Connosco, visitaram a cidade e mostraram tudo quanto puderam, tendo até pedido ajuda a voluntárias no trabalho para fazerem de guias turísticas! Descansámos, recuperámos energias e demos uma entrevista para a Rádio, RDP, no Pequeno-Almoço Continental.

E foi ao quarto dia que partimos para Djalal, uma pequena cidade a poucos quilómetros de Osh, no sentido de Bishkek, onde chegámos com apenas uma boleia e onde fomos hospedados por uma couchsurfer: desta vez mulher, a viver no momento sozinha com a sua bebé de 4 meses. Entusiasmados pela abertura da conversa, partilhámos noite dentro factos e histórias sobre as nossas culturas, à vez e quase que em termo comparativo. E só quando satisfeitos e munidos de histórias infinitas, nos deixámos dormir, no conforto da nossa história e do nosso abraço.

Mas foi no dia seguinte, diante dos mais de 700 quilómetros que tínhamos para fazer, que refletimos sobre os ganhos da noite anterior. Aprendemos, sem rodeios, que as tradições existem e sobrevivem ainda por mão daqueles que têm medo de as enfrentar. São várias, e delas fazem parte os casamentos na mocidade, com 1000 convidados no mínimo. O dinheiro investido é estrondoso e não importa se faria falta. As prendas são obrigatórias e variam, podendo ir dos eletrodomésticos a uma vaca; da mesma forma que é obrigatório aos pais do noivo pagarem um certo valor pela noiva. Mas tudo isto, a nossa couchsurfer revogou , sem receios. E nós dois, só depois incrédulos. Porque à primeira vista, que mal tem agir diferente? Pois é, na Ásia central, tem todo o mal do mundo. Mas quando caímos em nós, já o dia ia longe.

Tínhamos por objetivo chegar a Issyk Kul, um famoso lago infinito, rodeado de praias, recantos paradisíacos e montanhas de perder de vista, com neve no topo. Mas foi uma missão falhada e abortada sem ressentimentos.

Apanhámos uma primeira boleia de um senhor já velhote, com um grande orgulho em ter duas esposas e vários filhos de ambas, até uma pequena vila. De lá, conseguimos uma outra boleia, mas de um taxista. A simpatia não era o seu forte, mas era de todo o seu modo de ser. Tinha por princípio criticar e não sorrir, o que não nos intimidou mas não nos deixou felizes!

Seguia para Bishkek, a capital, a 600 quilómetros de onde estávamos. O caminho era longo e demorado, montanha acima, montanha abaixo. E com o GPS íamos vendo que as horas de caminho eram infinitas. Pela estrada, apanhou mais duas jovens através do seu serviço de táxi, mas nem assim deu largas ao seu bom humor.

Pretendíamos sair da estrada que leva a Bishkek no cume de uma montanha, onde seguia depois uma estrada secundária para o tão desejado lago; e foi assim que fizemos. Mas foi também no topo da mesma montanha, que sentimos o que é poder passar do verão para o inverno em poucos minutos. Se no carro entrámos de chinelos e perna ao léu, com 40 graus suados, naquela estação de serviço que nos acolheu só tivemos tempo de tirar da mochila os casacos polares, o cachecol e os ténis (sobreviventes).

Se horas antes brilhava no céu um sol ardente, naquele momento chovia copiosamente.

Na bomba, ofereceram-nos chá e wi-fi. E abrigo. Sim, wi-fi, aberta, no meio do nada: o que já não víamos acontecer desde que deixámos para trás a Europa e que, naquele momento, nos soube tão bem e nos serviu de tanto.

Percebemos então através das pessoas locais que a maioria segue a estrada até Bishkek e só depois apanha a estrada que segue para Issyk Kul. E assim, em menos de nada, contactámos uma couchsurfer de Bishkek na tentativa de perceber se nos poderia hospedar ainda no mesmo dia e fizemo-nos ao caminho.

Batíamos os dentes à velocidade do vento e aquecíamos as mãos conforme conseguíamos. Já tínhamos saudades de sentir frio, mas também não era preciso tanto, nem tão de repente.

Ajudaram-nos então os senhores da própria estação de serviço a conseguir uma boleia: conheciam bem os carros e os seus condutores, e depressa nos ajudaram a saber a quem ir perguntar.

A boleia conseguida foi a melhor que poderíamos alguma vez ter desejado: um jovem e um jipe, ambos com vontade de nos mostrar com calma e entusiasmo cada paisagem – todas elas de cortar a respiração.

E foi quando já de noite nos deixou à porta de casa, que pediu à nossa couchsurfer que nos tratasse com respeito e demonstrasse a hospitalidade do povo Quirguis. E ela assim o fez!

Tínhamos o estômago colado às costas e o corpo moído depois de 10 horas de viagem. Sonhávamos com comer, banho e cama. E mais ou menos assim foi! Quando das carpetes do chão da sala fizemos o nosso ninho, nem queríamos acreditar!

É que melhor que nos termos, e nos termos juntos pelo mundo fora; é tudo isto junto e um refúgio na alma. ❤

Foi só quando o sol nasceu e cresceu no céu que nos fizemos prontos num ápice. Queríamos chegar a Issyk Kul e mergulhar, e nadar e refazer todas as nossas reservas de vitamina D. Mas foi quando estávamos já de saída que percebemos que quem nos ia hospedar lá na noite anterior não poderia fazê-lo nesta. E ficámos sem chão! Deveríamos ir ou ficar? Acampar onde calhasse ou esperar até ao dia seguinte?

Somos feitos de decisões diárias, mas quando nos trocam os planos, trocam-nos tudo.
Aproveitando a disponibilidade da nossa couchsurfer, decidimos então meio à pressão ficar.

Decidimos aproveitar o dia em Bishkek, (re)planear a nossa estadia no Algarve Quirguis e seguir na manhã seguinte.

A verdade é que a nossa couchsurfer foi um poço de histórias na nossa história, e estávamos confortáveis na sua presença e hospitalidade. Tinha 21 anos e era já divorciada: uma força da natureza, avessa a tudo o que respeitava as tradições que haveria de ter cumprido. Casou por imposição familiar, com um homem que pode escolher. Mas foi depois de se mudar para casa dos sogros, como manda a “lei”, que viu os seus dias transformados num verdadeiro pesadelo: lava roupa, cozinha todas as refeições, lava loiça, limpa a casa, serve todos (…), enfim. Não se identificando com a situação e vida que se via obrigada a levar, venceu tudo e todos e deixou o marido. A sogra, convidou-a a sair, dizendo-lhe que ao contrário dela, o filho iria encontrar alguém decerto bem melhor. Hoje, trabalha para uma organização internacional de casas de acolhimento de crianças vítimas de maus tratos ou órfãs, e orgulha-se do seu percurso, muito embora a sociedade a descrimine e a faça querer, dia após dia, fugir do país que a viu crescer.

E seguimos para o centro da capital, onde passámos o dia. Visitámos os locais históricos, típicos e culturais, estatuas, parques, monumentos e, com fascínio, o Osh Bazar – antigo, imenso e tradutor dos costumes das gentes daquela terra. Da roupa, aos detergentes, produtos alimentares e até bricolage, era só caminhar e estava à vista de qualquer um. Feito de cores e aromas, de tom russo e muita confusão, e também malandros: foi lá, que pela primeira vez nesta viagem nos tentaram roubar, abrindo-nos a pequena mochila com que sempre andamos. Verdinhos, em vez de pela frente, vinha pendurada às costas, mesmo que a pedi-las. Vá lá que a reação foi rápida e o alarido instantâneo, não tendo dado para mais nada senão para abrir o fecho.

Também de volta a casa a aventura não foi menor: não sabíamos o número do autocarro ou das mashrutkas que iam na nossa direção, e a única coisa que tínhamos era o nome da mesquita do bairro, de afamada que era! Levámos 2 horas até entrarmos numa pequena van rumo a casa, depois de mil vezes perguntarmos a todos aqueles que por nós passavam se faziam ideia de como poderíamos chegar.

Mas, não finito o dia, tínhamos sido enganados: embora o condutor tenha dito que sim quando lhe perguntámos a direção, pudemos ver pelo GPS do telefone que estávamos cada vez mais longe e mais longe. Acabámos então por nos chegar à frente e perguntar o que se estava a passar, ao que nos respondeu calma e prontamente: “eu não estou a ir para a mesquita, eu vim de lá”. E riu-se.

Se há momentos tristes na vida, são aqueles em que nos sentimos enganados ou atraiçoados, seja em que contexto for. Momentos em que nos perguntamos mas porquê?

Ninguém quer saber de onde um autocarro vem, e sim para onde vai. Como é óbvio. Ainda tentámos pedir o dinheiro de volta, mas a única coisa que conseguimos foi chatear-nos. Mais.

Seguimos a pé. Era difícil agora acreditar em quem quer que fosse. Confiar. Ou sorrir.

Mas estávamos longe e a noite já se fazia escura. Acabámos por apanhar uma outra mashrutka, desta vez certeira. E quando o dia chegou ao fim, sabíamos que nada de grave nos tinha acontecido; ainda assim, jazia em nós um misto de emoções.

Cansados, nem a luz do sol nos acordou na manhã seguintr e deixámo-nos dormir até mais tarde. Eram pouco mais de 250 quilómetros até Cholponata em Issyk Kul, e acreditámos poder fazê-los com calma.

Embora com uma viagem atribulada (nem só de dias cor-de-rosa nos fazemos, e é no abraço da conciliação que nos sabemos mais fortes e sempre unidos), chegámos ao nosso destino ao cair do sol, depois de 3 boleias e algum tempo de espera entre elas. Pelo caminho, feito de pessoas de coração de ouro, conhecemos também três ciclistas franceses, o que nos deixou e deixa sempre entusiasmados – afinal, há mais por aí quem cumpra sonhos!

Já em Cholponata, depois de muito esforço para contactarmos quem nos iria hospedar, amigo de uma amiga couchsurfer, lá chegámos. E chegámos a um hostel! A zona, de tão turística e verdadeiramente comparável a qualquer passeio marítimo algarvio, atraiu-nos pela proximidade com a praia e pela música vinda de cada bar ou restaurante, num clima leve com cheiro a verão. E, por ser dono do hostel, instalou-nos num dos quartos livres.

Embora adoremos conhecer pessoas e adoremos envolver-nos na forma como vivem, este momento a dois foi tudo quanto precisávamos.

Palavras para quê?

Quando o sol nasceu, demos asas aos fatos de banho e passámos o dia na praia: rabiosques de molho e pés na areia! Do chapéu de chuva fizemos um chapéu de sol, e deixámo-nos deslumbrar por aquele lago doce e quente, rodeado de montanhas cobertas de neve.

E até ali, fomos presenteados com hábitos: ao invés da bola de berlim, vendem-se peixinhos assados espetados numa cana. Aos invés de gaivotas para pedalar, vêm-se escorregas infantis que terminam na água e fazem as delícias dos mais pequenos e até graúdos. Ao invés do homogéneo, tão depressa se vê alguém muçulmano coberto dos pés à cabeça como se vê senhoras em topless. Ou, melhor, senhoras cobertas a colocar gentilmente protetor a senhoras sem sutien. Um verdadeiro misto. E bronzeiam-se de pé, com as pernas e braços ligeiramente afastados e mãos voltadas para cima. E assim se vive a praia.

Feitas as nossas delícias, foi ao final do dia que partimos para Karakol. O plano não era obrigatório, e embora dar a volta ao lago implicasse mais de 400 quilómetros, havia a curiosidade de ver todas as outras paisagens.

Vimos o sol pôr-se enquanto pedimos boleia, e valeu a pena. Nos nossos corpos suados, restava o cheiro do protetor e no cabelo ficavam as ondas de banhos repetidos. E sentíamos que tínhamos todo o tempo do mundo em nós.

Até que depois de uma boleia com um senhor verdadeiramente castiço, nos levou uma carrinha com uma família muito animada, indo diretamente para a nossa direção!

Assim chegámos e fomos recebidos de braços abertos, por um couchsurfer e a sua família. Ali, encontrámos uma casa típica, com a sua casa de banho no exterior e a mais de 50 metros no quintal, com apenas um buraco por entre as tábuas de madeira que faziam o chão, e um buraco infinito, sem luz, com um cheiro hediondo. Típico! Tão típico que já nem estranhamos. Da lanterna fazemos a nossa melhor amiga, e pela noite a dentro já sabemos que não há espaço para “vontades”!

Mas foi antes de irmos dormir que tivemos direito a uma experiência única, e muito quente! Chamam-lhe sauna de forma traduzida, “banha” no seu contexto original, russo. Consiste em colocar muita lenha numa espécie de salamandra, com uma espécie de contentor de água por cima, com uma torneira. O espaço, de madeira, aquece exorbitantemente como se realmente de uma sauna se tratasse. E é ali que tomam banho, depois de suados. Misturam a água fervida com água fria, e é com a ajuda de um alguidar que se banham, e que nos banhámos também.

E não fosse a nossa pele quente depois de um dia de sol e praia, e a nossa barriga cheia do jantar, e teríamos usufruído mais e melhor do momento: inesquecível porém!

Na manhã seguinte voltámos a consciencializar-nos de que existe um grande desfaz amento entre o que as pessoas dizem, fazem e aquilo que entendemos. Não adianta dar nada como certo, nem mesmo o que nos explicam: depressa mudam tudo e não há nada que possamos fazer para entender. Restou-nos e resta-nos sempre sorrir e acenar, relativizar e aceitar. Na verdade, esta tudo bem para nós. E assim, ao invés de irmos com o nosso couchsurfer passear, fomos nós, os dois, conhecer a cidade e os seus recantos, durante a manhã.

Já de tarde, voltámos a carregar as mochilas e a fazer-nos ao caminho. Tínhamos por meta chegar de novo a Bishkek, onde seríamos hospedados por uma nova família. E assim o conseguimos, quase em contra relógio, mas com tudo muito bem cronometrado.
Apanhámos primeiro boleia de um jovem, por poucos quilómetros. A partir de Karakol mão existiam cidades, apenas paisagens, aldeias e praias. Turistas, nenhuns. Apenas paraíso. Logo depois, apanhou-nos uma família por mais de 300 quilómetros, quase até Bishkek. Foram várias horas juntos e até um mergulho pelo caminho. E só já perto da cidade, quando nos deixaram, é que apanhámos a terceira boleia do dia, com um senhor da Nigéria. Fluente em inglês, encantador e um verdadeiro cavalheiro. Médico no hospital público da cidade, partilhou o desgosto que tem por sofrer diariamente de racismo no país e confessou que só parou para nos levar por saber que éramos turistas. E só nos deixou quando nos entregou em mãos à nova família, que infelizmente e discretamente também o olhou de lado.

Família tradicional e convencional, embora com todos médicos, muito ligados às tradições a que já nos temos vindo a habituar. A esposa do nosso couchsurfer, ali a viver desde o casamento há mais de 2 anos, agia como verdadeira criada. Ainda assim, embora por vezes mesmo à nossa frente mal tratada, pode partilhar connosco os jantares. E em Bishkek pela segunda vez, aproveitámos para visitar o que nos havia faltado: o lado mais moderno e amado pelos locais: o centro comercial. Não que tivéssemos saudades, mas já fazia tempo que não víamos uma coisa assim!

E assim no dia seguinte partimos rumo ao Cazaquistão, o último país desta Ásia Central. Mas não sem antes refletirmos sobre algumas coisas que por lá vimos, como é o facto de no Quirguistão comerem cavalo como em Portugal se come vaca. Da mesma forma que nos Açores se vê prados fora repletos de vaquinhas, por lá viam-se cavalos, lindos e soltos, de crinas esvoaçantes. Custa, não custa? Pois é, a nós também nos custa que se comam porquinhos, galinhas ou outros animais. Mas parece-nos que ainda vamos ter muito que chorar Ásia fora.

Outra marca que em nós ficou foi a bebida típica: mais forte que vodka, é feita de leite de cavalo fermentado. Quem tem coragem de o beber, diz que é forte, bom e único. Quanto a nós, poderão imaginar.

E posta de parte esta cultura alimentícia, que explicam os entendidos ser fruto da vida nómada que levavam no país em tempos antigos, resta-nos partilhar que também foi com alguma apreensão que descobrimos que em tempos se raptavam as mulheres. Assim, aos homens já não caberia pagar por elas. E perdida a virgindade mais ninguém as queria, aceitando assim as raparigas ficar entregues a quem as havia raptado.

E muitas mais histórias decerto ficaram por aprender, descobrir ou partilhar. Há um infinito mundo por detrás de cada cultura, em cada país que atravessamos. Ainda assim, sabemo-nos sortudos por chegarmos tão perto e saborearmos tanto.

Chegámos então à fronteira que ditou o adeus a mais este cantinho, com apenas uma boleia e chuviscos para a despedida. E há já 5 meses que o fazemos, dia após dia: despedirmo-nos. Continua a custar, mas sabemos que é por um novo amanhã, sempre neste mundo que trazemos na mão.

2016-08-03 12.53.052016-08-03 12.52.232016-08-03 12.53.582016-08-04 00.49.422016-08-04 00.51.312016-08-04 00.57.522016-08-03 01.37.402016-08-04 00.54.532016-08-04 00.55.442016-08-04 00.56.362016-08-04 00.56.572016-08-04 00.53.562016-07-30 14.11.202016-08-04 00.53.07

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3 thoughts on “Oh Quirguistão

  1. Olá primo.
    Ainda bem que a vossa viagem tem corrido bem, espero que continue sempre assim.
    Nós por cá estamos bem e a torcer sempre por vocês, vão dando sempre noticias, pois
    ás vezes o meu coração fica apertadinho e cheio de saudades.
    Muitas Sorte, Saúde, Bjocas e um grande Abraço cheio de coisas boas.
    Desta tua sempre amiga e prima.
    Rita Conde e família.

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